quarta-feira, 23 de julho de 2008

Yunnanosaurus


Nome Científico: Yunnanosaurus huangi
Tamanho: 5,5 7,7 de compri aproximadamente
Ordem, Subordem, Familha: Saurichia, Sauropodomorpha, Yunnanosauridae
Alimentaçao: Herbivóra
Peso: 500 a 750 quilos
Local: Ásia (república popular da China)
Periodo: iniçio do Jurassico
O yunnanossauro era um herbívoro quadrúpede de pescoço longo que caminhava pesadamente em meio à vegetação do sul da China. Ele dispunha de mais de 60 dentes em forma de colher que eram mantidos afiados ao se desgastarem em contato mútuo enquanto o animal mastigava. Esse sistema era diferente do adotado por seus parentes prossaurópodes, que tinham dentes em forma de folha que se desgastavam em contato com o alimento mastigado. Os dentes avançados do yunnanossauro se assemelhavam aos dos saurópodes, os herbívoros dominantes dos períodos jurássico médio e tardio.
O nome do yunnanossauro é referência à província chinesa de Yunnan. Em 1939, Young Chung Chien descobriu diversos esqueletos parciais e Wang Tsu Yi os escavou. Young descreveu o Yunnanosaurus huangi em 1942: era um animal pequeno, com corpo de construção leve. Nove anos mais tarde, ele descreveu uma segunda espécie, o Yunnanosaurus robustus, maior e de construção mais pesada. Depois que os fósseis foram estudados, constatou-se que o exemplar maior era um adulto da mesma espécie que o exemplar menor.
Fósseis de pelo menos 20 animais de diversos tamanhos foram encontrados na formação Lufeng, na República Popular da China. Depois que esses esqueletos forem estudados e descritos, deveremos saber mais sobre esse dinossauro.

domingo, 20 de julho de 2008

Comunidade no orkut


Pessoal entrem na minha Comunidade no Orkut Vale dos Fosseis e ir pelo link abaixo e super legal voçeis vão gostar
LINK- ABAIXO

http://www.blogger.com/www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=62290901&refresh=1

Saichania


Nome cientifíco: Saichania chulsanensis
Tamanho: 6.6 metros
Ordem,Subordem,Familha: Ornithischia, Thyreophora, Ankylosauridae
Peso: 7 ou mais toneladas aproximadamente
Alimentação: Herbivóra
Local: Ásia (Mongólia)
Periodo: Cretáçio
O saichania viveu há aproximadamente 80 milhões de anos, no deserto de Gobi, na Mongólia. Esse dinossauro foi descrito com base em um esqueleto parcial com blindagem preservada da forma que ela tinha quando o animal estava vivo. O dinossauro morreu em uma tempestade de areia e foi encontrado repousado sobre o ventre, em rocha arenosa. Em determinado momento, seu esqueleto completo deve ter estado presente, mas a erosão destruiu a maior parte da porção traseira. Diversos outros esqueletos parciais foram encontrados recentemente e eles facilitaram muito nosso entendimento sobre o animal.
O crânio do saichania era estranho, com placas blindadas curvas, fundidas no topo. O crânio também tinha esporões superiores que se curvavam ligeiramente para baixo e para trás. Esse dinossauro dispunha de duas coleiras ósseas com placas dotadas de cristas a elas fundidas. Placas semelhantes provavelmente cobriam o corpo e a cauda. O fim da cauda tinha um pequeno cajado ósseo com três placas. Os dentes eram pequenos e adequados a uma dieta de plantas macias. Os cientistas não sabem que plantas ele comia, já que a tempestade de areia que preservou o saichania não beneficiava a preservação de plantas. Elas devem ter sido plantas adaptadas a ambientes quentes e secos. Para enfrentar esse ambiente árido, o saichania deve ter umedecido o ar que respirava usando uma complexa passagem craniana de ar. Caso o ar não fosse umedecido, os pulmões e outros tecidos perderiam água e isso teria causado a morte do animal. Viver em um ambiente muito quente também requereria que o saichania processasse o calor corporal excedente. Isso era feito pela evaporação da umidade em sua passagem de ar. O processo se assemelha ao de um cachorro ofegando em um dia de calor.

Sintarso


Nome cientifico: Syntarsus kayentatae
Tamanho: 3 metros de compri. e 1 metro de altura aproximadamente
Ordem, Subordem, Familha: Saurichia, Theropoda, Podokesauridae
Peso: 85 a 97 quilos aproximadamente
Viveu: África (Zimbábue) e America do Norte (Estados Unidos)
Periodo: Inicio do Jurassico
Alimentaçao: Carnivóra
O ágil e veloz carnívoro sintarso era um predador de pequeno porte. Assemelhava-se fortemente ao celófise, do período triássico tardio, encontrado no Arizona e no Novo México. Os ossos da cabeça e as mandíbulas eram grandes, comparados aos do celófise, e o pescoço era mais curto. O sintarso era mais robusto e um pouco maior que o celófise.
As mandíbulas desse dinossauro dispunham de muitos dentes pequenos, serrilhados e em forma de lâmina, para dilacerar a carne das vítimas. O sintarso provavelmente se alimentava de outros pequenos répteis e de peixes, e vivia em rebanhos ao longo de rios. Como no caso do celófise, grande número de fósseis de sintarsos foi localizado na mesma área, o que sugere que fossem animais sociais.
O animal recebeu seu nome em função da junta do tornozelo (ou tarso). Sintarso quer dizer "junta fundida". Esse tornozelo lhe propiciava mais velocidade e resistência ao correr, o que era muito útil na hora de escapar dos predadores. As patas dianteiras eram pequenas e fracas, e as traseiras eram robustas. A cauda era grande e provavelmente rija. As proporções dos membros sugerem que o sintarso talvez se movimentasse por saltos, de maneira semelhante à dos cangurus. Esses saltos produziriam movimentos abruptos e imprevisíveis, o que lhe permitiria escapar de predadores.
Os muitos esqueletos localizados no Zimbábue têm duas formas de corpo: os machos eram menores e mais esbeltos, e as fêmeas maiores e mais robustas. Havia muito mais fêmeas do que machos.
Os ossos do sintarso tinham muitas células sangüíneas e vasos sangüíneos que se assemelhavam aos de pássaros e mamíferos. Isso pode significar que o sintarso fosse um dinossauro de sangue quente.
Acredita-se que o celófise é ancestral próximo do sintarso. As mudanças no sintarso incluem menor número de dentes; aberturas maiores no crânio, para músculos mandibulares maiores e mais fortes; pélvis e base da espinha mais fortes; e fusão das juntas do tornozelo. O sintarso parece mais poderoso que o celófise. Tendências semelhantes foram detectadas nos dinossauros predadores que surgiram no período jurássico. Isso resultou no desenvolvimento de predadores grandes e ferozes como o alossauro e seus parentes, milhões de anos mais tarde.

Prenocéfalo


Nome cientifico: Prenoçephale prenes
Tamanho: 2 metros de compri. e 1/2 de altura (ou mais ) aproximadamente
Ordem, Suborden, Familha: Ornithischia, Marginocephalía, Pachyçephalosauridae
Peso: 450 a 500 quilos
Alimentação: Herbivóra
Viveu: Ásia (Mongólia)
Periódo: Cretáçio
Um crânio quase completo e a maior parte do esqueleto de um prenocéfalo foram localizados. Esses fósseis estavam bem preservados e são alguns dos melhores materiais já localizados sobre dinossauros. O material foi recolhido durante as expedições conjuntas da Polônia e Mongólia ao deserto de Gobi. O animal foi nomeado e descrito em 1974.
O nome prenocéfalo quer dizer "cabeça curva", em referência ao grande crânio em forma de domo. O domo era alto e arredondado na porção que recobria a caixa cerebral. O domo era tão grande que recuava até o folho na parte de trás do crânio. O animal tinha muitos calombos e cristas ósseas na superfície do domo, rosto e bochechas. Os ossos do crânio eram reforçados e fundidos de forma bem estreita.
É possível que a visão do prenocéfalo fosse excelente pois suas aberturas oculares eram grandes. Os dentes eram simples e ele era um herbívoro que provavelmente se alimentava de folhas macias ou de frutas. Também é provável que comesse insetos, se conseguisse apanhá-los.
Como seus parentes estegoceras e paquicefalossauro, o prenocéfalo provavelmente usava seu domo para disputas de cabeçadas. A espessa cobertura craniana protegia o cérebro contra danos em caso de colisões fortes

Braquilofossauro


Nome cientifico: Brachylophosaurus canadensis (lagarto de crista curta)
Tamanho: Compri. 9 metros altura.3 metros
Ordem, Subordem, Familha: Ornithischia, Ornithopoda, Hadrosauridae
Alimentação: Herbivóra
Peso: Não informado ainda (calma estou a procura)
Viveu: America do Norte (Canadá, Estados Unidos)
Período: Cretáçio
Um dos mais incomuns dos dinossauros providos de bicos do período cretáceo tardio era o braquilofossauro (réptil de cristas curtas). Esse hadrossaurídeo foi descoberto e nomeado por Charles Sternberg, de Ottawa, Canadá, em 1953. Em algumas características ele se assemelha aos demais hadrossaurídeos, dispondo de muitos dentes funcionais e de substituição e de um focinho que se abre em um bico largo, como o de um pato. Mas o braquilofossauro tinha uma crista larga, chata e em formato de escudo no topo da cabeça, diretamente sobre os olhos. Essa crista ossuda é diferente das cristas de todos os demais hadrossaurídeos.
A maioria das cristas dos hadrossaurídeos (dos arcos e calombos simples vistos nos hadrossaurinos às elaboradas cristas ocas encontradas nos lambeossaurinos) podem estar relacionadas ao comportamento do animal. Seus possíveis usos seriam disputas de força em defesa de território ou pela conquista de fêmeas, ou elas poderiam ser usadas para evitar esse tipo de disputa. O braquilofossauro parece ter se envolvido em disputas de empurrões com outros membros da espécie, usando a cabeça como aríete. O comportamento se enquadra ao que se conhece dos outros hadrossaurídeos.
O bico superior do braquilofossauro era maior e mais largo do que o de outros dinossauros da mesma época. O bico superior também se curvava para baixo no ponto em que a cobertura óssea se fixava a ele. A mandíbula inferior tinha um osso pré-dental coberto por um bico espesso. Como outros grandes ornitópodes, o braquilofossauro usava esse bico para arrancar folhas de arbustos e galhos baixos de árvores.
O braquilofossauro tinha muitos dentes por trás de seu bico, para mastigar plantas. Como outros hadrossaurídeos (e muitos ornitópodes), a mastigação era realizada por meio de um movimento incomum das mandíbulas superiores, usando os grandes músculos das mandíbulas na porção traseira do crânio. Quando os dentes inferiores e superiores entravam em contato, a mandíbula superior se movia ligeiramente para o lado, a fim de permitir que choques entre dentes fossem evitados. Dessa forma, os hadrossaurídeos eram capazes de mastigar com um movimento lateral, semelhante ao usado por vacas e cavalos. As bochechas musculosas impediam que o alimento caísse pela lateral da boca. O braquilofossauro tinha braços muito longos. A razão para isso é desconhecida. Esses braços eram, no entanto, mais curtos que os da maiassaura ou os do prossaurolofo, parentes próximos do braquilofossauro

Erlikossauro


Nome cientifico: Erlikosaurus andrewsi
Tamanho: 6 metros de compr. altura nao informada
Ordem, Subordem, Familha: Saurichia,Segnosauria, Segnosauridae
Alimentação: Herbivóra
Peso: NÃO informado
Viveu: Ásia (Mongólia)
Periodo: Cretáçeo
Em 1980, Altangerel Perle nomeou o Erlikosaurus andrewsi, em menção ao demônio Erlik, da mitologia mongol, e ao paleontologista Roy Chapman Andrews. O animal era parente próximo do segnossauro. O erlikossauro é o único segnossaurino localizado com um crânio incluído, o que o torna um espécime muito importante. Infelizmente, não foram localizadas outras partes do esqueleto desse dinossauro.
Os ossos do pé do animal eram mais esguios que os do segnossauro. O erlikossauro pode ter sido um animal menor, mais leve. A frente do focinho não tinha dentes e os ossos do crânio demonstram que o erlikossauro (e, possivelmente, outros segnossaurinos) dispunham de um bico ósseo para recolher plantas.
Os dentes do erlikossauro demonstram que se tratava de um herbívoro. A maneira pela qual ele usava as garras grandes, finas e esguias de seus pés continua a ser um mistério. Talvez elas fossem úteis quando o animal precisasse atravessar rios.
O segnossaurino Enigmosaurus mongoliensis é conhecido apenas com base em uma parte da pélvis e foi localizado na mesma região que o erlikossauro. Por conta do parentesco estreito entre o segnossauro e o erlikossauro, os cientistas acreditam que a pélvis do erlikossauro se assemelhasse à do segnossauro. A pélvis do enigmossauro era muito diferente da pélvis do segnossauro, por isso o paleontologista Rinchen Barsbold não acreditava que ela pertencesse ao erlikossauro. Os dinossauros são sempre surpreendentes e os cientistas podem vir a constatar um dia que o erlikossauro e o enigmossauro eram o mesmo animal.