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sábado, 23 de agosto de 2008

Titanossauro

Nome Cientifíco: Titanosaurus SP
Tamanho: 12 metros de comprimento e 6 de altura
Alimentação: Herbivóra
Periodo: Cretácio
Peso: Cerca de 9 toneladas
Viveu: America do Sul
O Titanossauro era um dinossauro herbívoro, saurópode, que media cerca de l2 m de comprimento por 6 metros de altura, sendo considerado um dos maiores "dinossauros brasileiros" , reconhecido em diversas regiões do Brasil através de fósseis, dentes e ovos. O Titanossauro viveu a 100 milhões de anos atrás comendo folhas no topo das árvores há aproximadamente 6 metros de altura.
longos e finos. Acredita-se que esta variação dentaria refletiria hábitos alimentares diferentes.Dentre os saurópodes, existem alguns dos maiores animais que já caminharam sobre a Terra. Entre estes, talvez o maior seja o Seismossaurus, encontrado no Novo México, nos Estados Unidos. Acredita-se que tenha atingido 50 metros de comprimentos e que pesava entre 40 e 50 toneladas. Mas, também, existem formas comparativamente pequenas, com adultos atingindo menos de 5 metros de comprimento. Algumas formas tinham pescoços bem longos e cauda proporcionalmente, curta como Brachiossaurus, outros tinham pescoços e caudas mais compridos do que a media, como os representantes de Diplodocidade, que tem como protótipo Diplodocus. Mas as variações não terminam aí: algumas formas tinham espinhos nas outras placas e assim por diante.Representantes dos saurópodes podem ser encontrados em praticamente todos os continentes, mas as formas coletadas no Brasil pertencem a um grupo particular que é chamada de Titanossauridae. Popularmente conhecidos como titanossauros, estes dinossauros variavam de 6 a 20 metros de comprimento. Possuíam crânios pequenos, com dentes finos, longos e pontudos. Entre as suas características diagnosticas a mais facilmente observada é o formato particular do encaixe das vértebras caudais, a parte de trás da vértebra tem uma superfície bem convexa que se encaixa em uma profunda depressão que existe na parte anterior da vértebra seguinte.Os titanossauros são bastante interessantes pois por muitos anos foram apenas encontrados em áreas do Gondwana, continente que compreendia a África, a América do Sul e a Índia, entre outras áreas. Mais recentemente, demais formas de titanossauros foram encontradas, de maneira mais restrita, na Europa e uma espécie nos Estados Unidos. Isto levou à hipótese de que estes sauropódes originam-se no Gondwana e em tempos posteriores migram, de alguma forma, para a América do Norte e Europa.Restos de titanosauros foram encontrados no Brasil. A ocorrência destes répteis gigantes foi registradas nas rochas sedimentares do Grupo Bauru, que se depositaram aproximadamente 80 milhões de anos atrás. As localidades principais são encontrados nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso. Destas, as imediações de Peirópolis, povoado perto da cidade de Uberaba. Ali foram coletadas algumas centenas de ossos e dentes. Recentemente foi encontrado uma pequena placa óssea oval (osteodermo), indicando que pelo menos uma forma de titanossauro brasileiro tinha parte de seu corpo revestida por placas ósseas. Material similar já foi encontrado na Argentina e em Madagascar.Apesar de todas estas riquezas, poucas foram as espécies descritas até o presente momento. No total existem pelo menos quatro espécies distintas, ainda não denominadas, que variam de acordo com as proporções e a forma das vértebras. Possivelmente estes animais viviam em grandes manadas, ocupando as áreas alagadas ao longo dos rios da época, que se espraiavam por uma planura que ocupava boa parte da região central do Brasil. Quando morriam, seus cadáveres eram devorados por animais carniceiros e os seus ossos espalhavam-se e ficavam expostos, secando ao sol do Cretáceo. Finalmente, na primeira enxurrada, os restos destes dinossauros eram levados pela força das águas, para partes mais baixas, onde se petrificavam e são encontrados hoje em dia pelos paleontólogos.Uma ocorrência de titanossauros criou um grande interesse na comunidade científica nos anos cinqüenta: um ovo! Este ovo tem um diâmetro de aproximadamente 15 centímetros e uma forma arredondada. Esta descoberta foi o primeiro ovo de dinossauros registrados na América do sul e demonstra o potencial brasileiro para mais achados deste tipo.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Apatossauro


Nome: Apatossauro ajax,ou Brontossauro("dino trovao")
Tamanho: 3,60 nos ombros altura , 21 metros de comprimento
Alimentaçao: Herbivóra
Viveu: America do Norte
Orden, Suborden, Familha: Saurichias,Sauropodomorpha,Diplodocidae
Peso: 30 Toneladas
Periodo: Jurassico tardio
O Apatosaurus ajax, mais conhecido como brontossauro, movimentava-se constantemente, alimentando-se dia e noite. Quando eles passavam, o chão tremia porque um animal adulto pesava o equivalente a cinco elefantes. A idéia do estrondo que um animal podia fazer ao caminhar deu nome ao brontossauro, o "lagarto trovão". O nome apatossauro foi usado inicialmente para esse dinossauro, portanto é o nome correto, mas seu significado literal, "réptil sorrateiro", dificilmente se aplicaria a um gigante como ele. Com altura de 3,60 metros nos ombros, comprimento de cerca de 21 metros e peso de 30 toneladas, esse pacífico herbívoro não era capaz de se esconder ou desaparecer no cenário.

Cranio de Apatossauro
Alguns anos atrás, um dos mais célebres erros da história da ciência foi identificado: o esqueleto de brontossauro em exibição no Museu Carnegie de História Natural, em Pittsburgh, portava o crânio errado. O crânio de um camarassauro, que pertencia a família diferente, havia sido instalado no esqueleto. O brontossauro foi localizado quase completo, quando escavado, mas sem cabeça. Na época, o melhor palpite era o de que seu crânio se assemelhava ao do camarassauro, com perfil arredondado e obtuso, grandes dentes usados para esmagar alimentos, e mandíbulas poderosas. Os cientistas que perceberam o erro estudaram os mapas da escavação onde todos os ossos haviam sido localizados e perceberam que o crânio correto havia se separado do corpo por alguns metros, antes da fossilização. O crânio verdadeiro também era parte do acervo do Museu Carnegie. O crânio do brontossauro se assemelhava bastante ao do diplodoco, com um perfil alongado e fino, e dentes pequenos e delicados na porção frontal da mandíbula.
O pescoço do brontossauro era pequeno, perto da cabeça, mas a base do pescoço, perto do corpo, era bem larga, e os ossos do pescoço eram longos e maciços. A despeito de seu pescoço longo, a capacidade de elevar a cabeça dos brontossauros era limitada, e eles provavelmente não podiam erguê-las muito acima dos ombros.
Os ossos da porção média do corpo eram imensos. As costelas eram longas e retas, e as vértebras eram grandes, mas apresentavam porções ocas que as tornavam mais leves, sem lhes tirar a força. As pernas eram retas e fortes, como as de um elefante, com pequenos e curtos dedos. Os dedos das patas dianteiras não tinham garras afiadas, exceto o interno, que tinha uma garra apontada para o lado de dentro. Os pés traseiros tinham três garras ligeiramente parecidas com o casco de uma vaca.
O brontossauro era mais alto nos quadris que nos ombros. A altura de um animal crescido era de cerca de 4,5 metros nos quadris. As ancas eram largas e os ossos da bacia precisavam suportar o imenso desgaste das caminhadas de um corpo tão pesado. Os ossos da cauda perto da parte frontal eram também imensos e todos dispunham de protrusões altas às quais os músculos se apegavam para manter a cauda longe do chão. A cauda pesava diversas toneladas, provavelmente, e seu uso mais plausível era facilitar o equilíbrio do apatossauro ao caminhar. O comprimento da cauda, cerca de nove metros até a ponta, provavelmente ajudava na distribuição do peso.
Os primeiros paleontologistas tinham muitas idéias erradas sobre o brontossauro. Devido ao seu tamanho, os cientistas acreditavam que possa ter vivido na água. Na verdade, os animais viviam em locais semi-áridos. As pegadas mostram que caminhavam em terra e seus esqueletos não exibem adaptações relacionadas a uma vida na água.
Por muitos anos, artistas e cientistas desenharam brontossauros e seus parentes arrastando as caudas no chão ao caminhar, mas não há provas disso. As pegadas dos saurópodes não apresentam marcas de cauda e os ossos da cauda não mostram sinais de dano ou desgaste. Além disso, uma cauda de duas a três toneladas se prenderia em plantas ou em rachaduras nas rochas, caso fosse arrastada. O brontossauro carregava sua cauda bem longe do corpo e ela se movia graciosamente a fim de ajudá-lo a preservar o equilíbrio.
Outra idéia errada surgiu porque o esqueleto foi montado de modo incorreto. O brontossauro foi montado com as patas abertas, o que indicaria que ele caminhava com movimento pronunciado dos quadris. As pegadas demonstram que os saurópodes posicionavam os pés quase exatamente sob o centro de seus corpos, ao caminhar. É provável que caminhassem de maneira tão graciosa e tão eficiente quanto os elefantes.
O brontossauro, assim como os demais saurópodes, era herbívoro. Os paleontologistas argumentam sobre que métodos ele empregava para comer o bastante para manter vivo seu corpo de 30 toneladas. O crânio e as mandíbulas parecem pequenos demais para a ingestão de volume suficiente de comida. Além disso, as plantas dominantes da época, as coníferas, não eram nutritivas o bastante para esses gigantes. Uma adaptação que ajudava em sua digestão eram os gastrólitos, ou "pedras estomacais", em seus aparelhos digestivos. Os dinossauros engoliam pequenas pedras que ajudavam a triturar as plantas em seus estômagos. Gastrólitos são ocasionalmente encontrados em escavações de brontossauros e de seus parentes.Os bontossauros adultos tinham poucos inimigos, mas os mais jovens seriam presas fáceis para predadores gigantes como os alossauros e os ceratossauros. Os jovens provavelmente se mantinham próximos de seus pais e de outros adultos, que os protegiam contra ataques. Um conjunto de pegadas de dinossauros no Texas demonstra que, em um rebanho de saurópodes, os adultos se moviam do lado de fora e os animais mais jovens ficavam perto do centro do grupo.
O brontossauro era um dos saurópodes mais comuns. Restos do animal foram encontrados em Utah, no Colorado e em Wyoming, mas ele pode ter vivido também mais ao sul e mais ao norte. Esqueletos e restaurações de brontossauros estão entre os exemplares mais comuns em museus porque poucos dinossauros eram maiores. Trata-se do mais estudado dos saurópodes.

domingo, 20 de julho de 2008

Camarassauro



Nome científico: Camarasaurus -nao informado ainda atualizaçao breve -(lagato câmara)
Tamanho: 18 metros
Alimentação: Herbivóra
Peso: 25 toneladas ou mais aproximadamente
Viveu: America do Norte
Período: Jurassico

O camarassauro era provavelmente o mais comum dos dinossauros saurópodes na Formação Morrison do período jurássico tardio, na América do Norte. O grande animal herbívoro de 25 toneladas era forte e robusto, com pernas poderosas, pescoço e cauda bem desenvolvidos e cabeça arredondada. Profundos bolsões ou câmaras nas vértebras do camarassauro serviam para reduzir o peso de seu esqueleto sem reduzir sua força. Foram esses bolsões que deram origem de seu nome, "réptil câmara".
As características mais incomuns do camarassauro estão na cabeça. Os grandes ossos das mandíbulas contavam com musculatura poderosa, e os dentes eram incomumente grandes para um saurópode: tinham o tamanho de cinzéis, com pontas afiadas que despedaçavam a comida consumida. O camarassauro provavelmente se alimentava de plantas duras e rijas. Seus parentes, o apatossauro e o diplodoco, com dentes pequenos e fracos, provavelmente comiam plantas macias e tenras. Com olhos e narinas grandes, o camarassauro era alerta e ativo. Como outros saurópodes, provavelmente se movia em rebanhos. Vivia em terreno aberto, árido ou semi-árido, na América do Norte.
Uma pélvis de camarassauro, da escavação Cleveland-Lloyd, no Utah, mostrava grandes lacerações no osso, resultado de um ataque de alossauro. O alossauro era seu mais feroz inimigo, mas um camarassauro adulto era tão maior que o adversário que raramente recebia ataques. Um esqueleto completo de um camarassauro jovem foi escavado no Monumento Nacional do Dinossauro, no Utah. Esqueletos como esse são raros. Talvez os jovens saurópodes ganhassem tamanho adulto rapidamente e isso faça com que haja pouca chance de encontrá-los no registro fóssil.
Uma reviravolta interessante na trajetória do camarassauro é que um crânio do animal foi colocado por engano no esqueleto de um apatossauro no Museu Carnegie de História Natural. O erro não foi corrigido por 75 anos

sábado, 19 de julho de 2008

Brachiossauro



Nome Científico: Brachiosaurus brancai, Brachiosaurus altithorax e Brachiosaurus nougared (lagarto de braço).
Tamanho: 25 metros de comprimento e 22 de altura aproximadamente.
Alimentação: Herbivóra
Peso: 38 toneladas aproximadamente.
Viveu: América do Norte África.
Período: Jurássico


Braquiossauro, por muito tempo o maior dos dinossauros descobertos é hoje um dos mais famosos saurópodes. Viveu no período Jurássico na América do Norte e África, pastava na copa das árvores como as grandes coníferas da época com ajuda de seu pescoço descomunal. Braquiossauro significa "lagarto braço" e provém do grego, foi escolhido porque o animal possuía as pernas da frente maiores que as de trás aumentando ainda mais o seu tamanho. Pertence ao grupo dos saurópodes, ou seja, dinossauros gigantes de pescoço longo que eram herbívoros, passava o dia comendo plantas e chegava a ingerir mais de 100 quilos de plantas por dia para manter seu metabolismo que devia ser regado com sangue quente e não sabgue frio como nos répteis atuais. Segundo estudo um dinossauro como o brachiosaurus com sangue quente chegaria a seu tamanho máximo em 10 anos, já um dinossauro de mesmo tipo de sangue frio levaria 100 anos pra chegar ao porte máximo. Antes da descoberta de titanossaurideos gigantes como o argentinosaurus, o braquiossauro era o maior dinossauro já descoberto e por isso foi estrela de muitos filmes e também aparecia em revistas e livros com muita freqüência. Apareceu em Jurassic Park e Jurassic Park 3, no filme Dinossauro da Disney, documentário Walking with Dinosaurs episódio 2 e muitos de dinossauro menos conhecidos trazem o braquiossauro. As revistas que falam de dinossauros sempre comentam sobre ele e muitos brinquedos foram baseados nele, inclusive de marcas conhecidas internacionalmente como Carnegie Collection.
Muitas espécies de brachiosaurus foram descritas e algumas depois excuídas da lista de espécies válidas, restando B. altithorax, B. brancai e B. nougaredi sendo que o dinossauro descrito como Giraffatitan brancai é sinônimo de B. brancai.O brachiosaurus provavelmente engolia gastrólitos, pedras para ajudar a moer as plantas no estômago, que ao se chocarem trituravam o alimento ajudando na digestão. Uma de suas características é que na cabeça havia um tipo de crista ou calombo onde eram situadas as narinas do animal, sendo que essa aparência lhe rendeu o título de animal aquático por muito tempo. Essa teoria é ERRADA, ou seja NÃO deve ser levada em conta, os cientistas na época achavam que por ser enorme e pesado seu corpo não suportaria a vida terrestre, ficando submerso em águas profundas apenas com a cabeça pra fora e com as narinas ao alto do crânio facilitando a respiração. Lembrem-se que isto é uma teoria DESCARTADA, hoje em dia sabemos que ele era terrestre pois a pressão da água seria insuportável e acabaria esmagando seus pulmões, e a crista com narinas recebeu a seguinte teoria, seria usada como um meio de tubo de ressonância para fazer ruídos.
Até os dias atuais o maior esqueleto fóssil já montado completamente é o de um Brachiosaurus encontrado na África por paleontólogos alemães e enviado à Berlim. Agora está no Museu de Berlim (foto abaixo) exposto ao público, o que deve ser incrível de ser observado.